Três eixos de dor do gestor de frota, trabalhados de ponta a ponta — da atração ao fechamento.
A Gestran tem 11 módulos. Jogar os 11 na cara do gestor dispersa a mensagem e nos transforma em "mais um sistema". A proposta é entrar sempre por uma dor concreta, levar essa dor do começo ao fim, e deixar os outros benefícios como reforço — não como concorrentes da atenção.
Cada pilar é um sistema completo: comunicação, conteúdo, mídia, landing, pitch e fechamento — tudo orientado àquela dor.
Quando um pilar lidera, os outros dois aparecem como apoio. É isso que mantém a leitura de sistema conectado.
A espinha que conecta os três pilares é o resultado financeiro — o nosso diferencial real de mercado.
Quanto cada veículo custa de verdade — e como reduzir o que mais pesa: combustível, pneu e manutenção.
Sair de várias planilhas e sistemas soltos para uma operação centralizada, padronizada e rastreável.
Prevenção pela operação: veículo inspecionado e mantido em dia gera menos parada e menos risco.
Em toda campanha, um pilar é o protagonista e leva a dor de ponta a ponta. Os outros dois entram com papel definido: um como mecanismo (o "como você chega lá") e outro como retorno (o "que você ganha"). A espinha é sempre o resultado financeiro.
O papel de mecanismo e retorno muda conforme quem lidera:
Organização é o mecanismo · Segurança é o custo evitado.
Custo é o retorno · Segurança é a consequência do processo.
Organização é o mecanismo · Custo é o retorno.
Da dor ao módulo que entrega. Todos os números aqui são os validados da Gestran — nada inventado.
| Custo | Organização | Segurança preventiva | |
|---|---|---|---|
| Dor | Não sei o custo real por veículo/km. Gasto pulverizado em planilhas. | Documentação sem controle, informação descentralizada, vários sistemas. | Risco operacional sem prevenção. Falta de processo padronizado. |
| Solução | Controle e redução de custo com visão por veículo/km. | Centralização e padronização. Fim do retrabalho manual. | Manutenção e inspeção em dia. Processos padronizados. |
| Métrica | CPK (custo por km). | Tempo gasto no processo. Eficiência operacional. | Paradas inesperadas. Incidentes operacionais. |
| Promessa | Até 25% em pneus · até 20% em manutenção · até 5% em combustível | Até 3x mais produtividade operacional | Até 30% menos paradas · +20% de segurança operacional |
| Módulos | Combustível · Pneus · Manutenção · Despesas | Documentos · Almoxarifado · Compras · Financeiro · Oficina | Checklist · Manutenção preventiva · Disponibilidade de Frota |
Saber pra quem não é protege o funil: mídia não queima verba e SDR não perde tempo.
Não é nosso lead: frota abaixo de ~20 placas (fora do MQL) · quem terceiriza 100% da frota · quem busca só rastreamento, roteirização ou gestão de multas (a gente não faz, só integra) · quem precisa de TMS ou emissão de CTE.
Cada pilar vira um documento fechado com 7 blocos. Os blocos 1–3 são estratégia (servem à diretoria); os 4–7 são execução (o que marketing e vendas operam no dia a dia).
Em vez de três campanhas em paralelo, o time inteiro foca um pilar por vez. É mais viável com a equipe interna que temos e mantém todo mundo na mesma mensagem.
Alinhar o pilar: ICP, gatilho, mensagem-âncora e oferta do ciclo.
Social, blog e copy de mídia no tema do pilar, topo ao fundo.
Peças, LP e materiais de prova (calculadora, case).
Google Ads no ar, enablement pro SDR/closer, leitura dos números.
Alinhar os três pilares, o modelo de coadjuvante e o desqualificador fixo.
Os 7 blocos por dentro — do ICP ao funil completo e ao pitch.
Conteúdo, design, landing e mídia, tudo no tema Custo.
O playbook fechado vira o molde de Organização e Segurança.